O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou nesta sexta-feira (4) que os acontecimentos recentes envolvendo integrantes da Corte serão tratados dentro dos procedimentos previstos na Constituição e na legislação.
Durante evento no Palácio do Planalto, Fachin destacou que não haverá precipitação, mas também não haverá omissão. Segundo ele, a gravidade dos fatos exige respeito à legalidade e aos procedimentos institucionais.
O ministro também citou três prioridades de sua gestão no STF: a criação de um código de ética, o encerramento do inquérito das fake news e a modernização do sistema de Justiça. O inquérito, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, está em andamento há sete anos.
Ao lado de Fachin, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu uma reforma do Poder Judiciário e afirmou que autoridades não podem utilizar seus cargos em benefício próprio. Lula também criticou vazamentos seletivos e a disseminação de fake news, afirmando que essas práticas podem prejudicar a democracia.
As declarações ocorrem em meio a novos desdobramentos envolvendo ministros do STF e investigações relacionadas aos casos Banco Master e INSS.
Radio Agencia
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