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Luiz Eduardo alerta para fila de espera por cirurgias eletivas no Estado.


Em pronunciamento na sessão plenária da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (27), o deputado Luiz Eduardo (SDD) chamou a atenção para a fila de pacientes à espera por cirurgias eletivas no Rio Grande do Norte. O parlamentar questionou a “passividade” do Governo do Estado diante do que considera como um “descaso na saúde”.

“Levanto aqui um dos assuntos mais sérios da máquina pública do RN na atualidade: a necessidade de atualização das cirurgias eletivas. Enquanto faço esse pronunciamento aqui na Casa, provavelmente alguns pacientes estão sofrendo. Convivendo com agonias permanentes e sem expectativas pela realização dessas cirurgias, que estão reprimidas e com alta demanda”, disse Luiz Eduardo.

Segundo ele, a pauta deve ser prioridade no Estado. “As autoridades públicas devem assumir a responsabilidade de tentar influir nesse problema, fazendo pressão nas entidades que atuam na área da saúde”, ponderou.

Ainda de acordo com o deputado, o Governo Federal anunciou um programa de distribuição de verbas aos estados para cirurgias eletivas. Na mesma linha, segundo Luiz Eduardo, o Executivo Estadual publicou em Diário Oficial proposta do Plano de Diminuição das Filas de Cirurgias Eletivas no RN, com a intenção de promover mais de 8 mil cirurgias eletivas.

“Diante desses anúncios eu pergunto: essas cirurgias já foram iniciadas? O Governo Federal já atendeu o plano do Estado? Se sim, peço ao Governo do RN que disponibilize a esta Assembleia um balanço informando quantas cirurgias foram feitas e quantas ainda estão previstas, além de um relatório descriminando os gastos dos recursos federais. A população está desesperada por essas soluções”, pontuou.

O parlamentar lembrou ainda que “a governadora anunciou em sua mensagem anual que o Governo Federal iria enviar R$ 10 milhões para cirurgias eletivas e até agora a gente não viu as cirurgias acontecerem. O que vemos é uma fila crescente. Já vamos para quatro meses de gestão e o governo segue inerte, sem atitude”, acrescentou ele.

Por Elias Jornalista

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