No dia 1º de junho de 2019, em plena praça pública de João Câmara, o ex-prefeito Maurício Caetano, mesmo estando cassado na época, protagonizou um momento de forte tensão política ao repreender publicamente seus próprios correligionários.
O episódio ocorreu após o então prefeito Manoel Bernardo — indicado por Maurício para assumir a gestão após o processo de cassação — ser absolvido em um processo no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN).
Durante o discurso, Maurício utilizou palavras duras contra aliados, afirmando que alguns deveriam “ter vergonha na cara”, além de classificar determinadas atitudes como “conversa de nega véia” e chamar alguns de “covardes”. Ele também acusou pessoas de estarem se aproveitando da gestão.
Ainda em sua fala, o ex-prefeito declarou que havia gente “com um pé no céu e outro no inferno” dentro do grupo político e afirmou que quem quisesse permanecer no sistema teria que apoiar o projeto integralmente. “Não podemos agradar a Deus e ao diabo”, disse Maurício na ocasião.
O episódio ficou marcado como um dos momentos mais tensos da política local naquele período.
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