Uma operação coordenada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia reprovou 100% dos 226 bicos de bombas de combustíveis fiscalizados em postos do Rio Grande do Norte.
De acordo com o levantamento, as principais irregularidades encontradas foram mau estado de conservação dos equipamentos e instalações elétricas irregulares. Apesar das falhas, não foram identificadas fraudes eletrônicas nos equipamentos.
A ação faz parte da operação nacional “Tô de Olho no Abastecimento Seguro e na Medida Certa”, realizada entre os dias 10 e 12 de março em vários estados do país, com participação do Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e da Secretaria Nacional do Consumidor.
Segundo o diretor-geral do Ipem-RN, Itamar Ciríaco, bombas sem manutenção adequada e com instalações elétricas irregulares podem representar riscos como vazamentos, choques elétricos e até explosões.
Os postos autuados terão prazo de até 10 dias para apresentar defesa. As multas podem chegar a R$ 1,5 milhão, dependendo do porte da empresa, da reincidência e da gravidade das irregularidades.
Consumidores que suspeitarem de irregularidades podem denunciar aos órgãos de fiscalização, como o Inmetro, o Ipem-RN ou a ANP.
Por Jair Sampaio
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