Bancada da bala também insatisfeita com Bolsonaro

Do Estadão

Conforme se aproxima do Centrão e do ultrajado “presidencialismo de coalizão”, Jair Bolsonaro segue colocando litros de mágoas nos potes de antigos aliados.

O líder da “bancada da bala”, Capitão Augusto (PL-SP), por exemplo, não vai mais insistir em uma das principais agendas da frente: criação do Ministério da Segurança Pública.

“Desisti de vez. Se tivesse um partido interessado na área, poderia ser (criado), como o (Gilberto, presidente do PSD) Kassab pegou Comunicações. Mas ninguém quer Segurança Pública, não tem orçamento.”

Augusto, aliado de primeira hora de Bolsonaro, disse que “quase” não reconhece mais o presidente. A mais recente decepção, assim como ocorreu com a “bancada da Bíblia”, foi com a indicação de Kassio Marques ao STF.

A “bancada do boi”, por ora, não tem do que reclamar. A Frente Parlamentar da Agricultura, com Tereza Cristina no comando da pasta, passou os últimos dias distante dos desentendimentos com o Planalto.

DO TL

A bancada da bala chegou bem pertinho de ter seu Ministério da Segurança quando o ex-juiz Sergio Moro ainda era ministro.

O nome da vez era o ex-deputado Democrata, Alberto Fraga (DF). Amigo do presidente dos tempos de baixo clero na Câmara.

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