quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Em audiência com o Fórum, Governo anuncia pagamento do 13º de 2018 para faixa de até R$ 3.500

Nesta quarta-feira (13) o Governo do Rio Grande do Norte anunciou quando vai quitar parte do décimo terceiro salário de 2018. A informação foi apresentada em audiência virtual com o Fórum Estadual dos Servidores. O SINTE/RN participou do diálogo.

De acordo com o Executivo Estadual, no dia 15 de janeiro receberão integralmente o 13º de 2018 os profissionais da segurança pública que recebiam 3.500 reais líquidos em 2018. Isso significa que a base para o pagamento não é o salário atual, mas o recebido à época do atraso. Em 30/01 será a vez dos demais servidores que tinham salários até a mesma faixa receberem o décimo integralmente. A faixa escolhida, segundo o Governo, priorizou beneficiar de forma isonômica primeiro os que ganham menos, atendendo ao critério discutido com o Fórum.

Embora o anúncio seja animador, o Governo não disse quando vai pagar aos trabalhadores que recebiam mais de R$ 3.500. Uma nova audiência deverá acontecer até o final de janeiro para tratar das próximas faixas que receberão o 13º/2018. Contudo, o Governo antecipou que fevereiro não será o mês em que o pagamento irá continuar. A data de quando o salário de dezembro/2018 será pago também não foi anunciada. Apesar das incertezas, a direção do SINTE avalia a audiência como positiva, esperando que em breve seja informado quando toda a dívida será quitada.

CALOTE DE ROBINSON COMPLETA DOIS ANOS, MAS SINTE/RN CONTINUA LUTANDO PARA QUE OS SERVIDORES RECEBAM OS SALÁRIOS ATRASADOS

A luta pelo pagamento da dívida herdada pelo atual Governo tem sido uma constante no movimento sindical desde 2018 e esteve presente em várias audiências entre o SINTE/RN e o Estado. Até o momento o Executivo do RN já pagou as folhas de novembro de 2017 e o 13º do mesmo ano, deixadas em aberto pela gestão Robinson Faria (2015/2018).

A coordenadora geral do SINTE, professora Fátima Cardoso, avisa que a luta continuará: “A pauta dos atrasados sempre foi e continuará sendo prioridade e objeto da nossa luta. Nossos aposentados sabem que esses atrasos custaram desequilíbrio financeiro e doenças. Por isso, pagar o mais rápido possível é o mínimo que o Estado pode fazer”.

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