"Fui gado, comi capim", diz Delegado Waldir sobre apoio a Bolsonaro

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Em entrevista a uma rádio de Anápolis na última segunda-feira (25/5), o deputado federal goiano Delegado Waldir, do PSL, manifestou arrependimento pelo apoio dado ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e afirmou ter sido “gado” pela antiga postura. O deputado também criticou o conteúdo da reunião ministerial divulgada recentemente, e declarou que “parecia uma reunião num cabaré”.
A entrevista foi concedida ontem, segunda-feira, ao programa Observatório da Rádio 96FM. Nela, Waldir deixou claro seu arrependimento pelo antigo posicionamento de apoio ao presidente Bolsonaro, e disse ter se equivocado. “Eu fui gado, comi capim, mas eu mudei. Vi que me equivoquei, comi capim, sou réu confesso. Mas hoje não faço mais parte dessa boiada não, não sou tocado pelo berrante”, declarou.
O parlamentar também fez críticas à reunião feita entre Bolsonaro e seus ministros, divulgada na última semana. De acordo com ele, o linguajar usado não é condizível com uma reunião de ministros, e que mais “parecia uma reunião de cabaré”. “Eu acho que foi falado mais de 50 palavrões na reunião ministerial. Eu vi até uma pessoa brincar: ‘onde está na Bíblia a previsão de tanto palavrão?’. Não parecia uma reunião ministerial, parecia uma reunião num cabaré”, criticou.

Meu candidato a presidente é o Moro, afirma Delegado Waldir

Para o deputado federal Delegado Waldir, o melhor nome para a Presidência da República, atualmente, seria o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro. Além dele, Waldir também elogiou o apresentador global Luciano Huck, que cogitou a lançar uma candidatura nas últimas eleições.
“O Moro é o meu candidato a presidente da republica, é o melhor nome. Ele é a pessoa que entendo de extrema credibilidade. Tem um segundo nome que acho uma pessoa jovem, espetacular. Eu penso que o apresentador Luciano Huck é uma pessoa com muita personalidade, candidato de centro”, arrematou o deputado.

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