O deputado federal Mauricio Marcon pediu vista e adiou a votação da PEC que prevê o fim da escala 6x1, durante sessão da comissão especial da Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (25).
O relator da proposta, Léo Prates, apresentou parecer favorável ao texto, que reduz a jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado, implantando na prática a escala 5x2.
Após o pedido de mais tempo para analisar o relatório, Marcon foi criticado pelo vereador Rick Azevedo, criador do movimento Vida Além do Trabalho (VAT). O episódio gerou tensão na comissão e exigiu intervenção do presidente do colegiado, Alencar Santana.
Nas redes sociais, Rick Azevedo acusou o PL de atrasar a tramitação da proposta. Já Marcon afirmou que o Parlamento deve ouvir posições divergentes e defendeu o debate democrático.
O substitutivo apresentado prevê uma transição gradual da jornada de trabalho: inicialmente de 44 para 42 horas semanais, chegando ao limite de 40 horas após 12 meses, sem redução salarial.
*Com informações da Gazeta do Povo
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