Venho a público esclarecer os fatos diante das acusações feitas pelo prefeito de Poço Branco, Sr. Edinho.
Fui procurado para realizar cobertura jornalística de eventos institucionais da Prefeitura, tendo sido acordado o pagamento mensal de R$ 2.000,00 pelos serviços prestados. Os valores recebidos correspondem exclusivamente ao trabalho realizado, dentro de uma relação profissional legítima e transparente.
Após o descumprimento desse acordo por parte da administração municipal, publiquei um vídeo questionando o elevado valor anunciado para a construção de uma parada de ônibus, obra que, segundo divulgado, seria custeada com recursos oriundos de emenda parlamentar da Zenaide Maia. Minha manifestação teve como único objetivo promover o debate público e fiscalizar a correta aplicação dos recursos públicos, papel essencial da atividade jornalística e da cidadania.
Em resposta à crítica, fui surpreendido com a divulgação de um áudio em grupo de WhatsApp no qual o prefeito me acusa de extorsão, além de expor comprovantes de pagamentos referentes aos serviços anteriormente prestados. Repudio com firmeza tais acusações, por serem falsas, infundadas e atentatórias à minha honra e à minha credibilidade profissional.
Questionar gastos públicos não é crime. Fiscalizar a atuação dos gestores públicos é um direito garantido pela democracia e um dever de quem exerce o jornalismo com independência e responsabilidade.
Diante da gravidade das acusações, informo que adotarei todas as medidas judiciais cabíveis para resguardar minha honra, minha imagem e meus direitos, buscando a devida responsabilização daqueles que propagaram informações inverídicas a meu respeito.
Sigo tranquilo, com a consciência de quem sempre atuou com seriedade, ética e compromisso com a verdade.
A crítica não é extorsão. A fiscalização dos atos públicos é um direito da sociedade.
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