RN tem 106 casos confirmados do novo coronavírus, aponta Secretaria de Saúde


Subiu para 106 o número de casos confirmados do novo coronavírus no Rio Grande do Norte. A informação está no mais recente boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), divulgado nesta quinta-feira (2). De acordo com o documento, foram 14 casos notificados entre quarta e quinta, já que na véspera eram 92 confirmações.
O número de casos suspeitos também aumentou. Saiu de 1.777 para 2.153, o que representa uma alta de 21%. O número de casos descartados está em 455, e o Estado segue com dois óbitos registrados: um em Natal e outro em Mossoró. Dos 106 casos confirmados, três são de pessoas que moram em outros estados, mas que foram atendidos no RN. Os outros pacientes estão distribuídos em 15 municípios, sendo a maioria em Natal, onde estão 56 casos confirmados.
Em seguida, vêm Mossoró (21) e Parnamirim (13). Já os casos suspeitos estão em 129 cidades do RN e de outros estados do País (mas que foram atendidas no RN). No mundo, o novo coronavírus atingiu nesta quinta-feira a marca de 1 milhão de pessoas infectadas e mais de 51 mil mortos. O surto que começou na província chinesa de Hubei foi declarado pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) após se disseminar para 181 países e regiões.

Os mais impactados - Estados Unidos, Itália, Espanha, China e Alemanha - adotaram mudanças drásticas nos seus modos de vida - do trabalho à religiosidade. No Brasil todo, são 7.910 casos confirmados da Covid-19, infecção transmitida pelo novo coronavírus. Foram 1.074 novas confirmações em 24 horas. Já as mortes pela doença subiram de 241 para 299. A taxa de mortalidade está em 3,8%.
O Estado de São Paulo segue sendo o mais afetado pela doença, com 3.506 casos confirmados e 188 óbitos. Em seguida, vêm Rio de Janeiro (992 casos, 41 óbitos), Ceará (550 casos, 20 óbitos), Minas Gerais e Distrito Federal (cada um com 370 casos e 4 óbitos). Embora o pico da pandemia ainda não tenha sido alcançado no Brasil, os sistemas de saúde público e privado já enfrentam sobrecarga por causa do aumento do número de internações e registram até 38% de seus leitos ocupados por pacientes com infecção suspeita ou confirmada da doença.

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