Assim como a Queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789, simbolizou o colapso de uma fortaleza que parecia intransponível e marcou o início do declínio do poder absoluto na França, a seleção espanhola derrubou, justamente em 14 de julho, a resistência francesa em Dallas. Diante do super ataque da Copa do Mundo, a Espanha cercou, pressionou e encontrou as brechas para vencer por 2 a 0, com gols de Mikel Oyarzabal e Pedro Porro, garantindo vaga na final da Copa do Mundo.
A equipe de Luis de la Fuente controlou as ações do início ao fim, neutralizou Mbappé, Dembélé e Olise e viu a defesa francesa ruir após a saída de William Saliba, cuja substituição abriu caminho para a falha de Maxence Lacroix no segundo gol — uma queda simbólica de uma fortaleza que, até então, parecia difícil de ser conquistada.
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