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PSOL proíbe filiados assumirem cargos no governo Fátima

O diretório estadual do PSOL no Rio Grande do Norte divulgou nota nesta terça-feira (27) relembrando que em resoluções publicadas nos dias 3 e 5 de novembro, o partido se posicionou sobre a participação na equipe de transição de governo e na gestão Fátima Bezerra, a partir de 2019, estabelecendo que terá uma postura independente ao governo, não ocupando cargos no executivo estadual, nem na atual equipe de transição.
A legenda reforça que nenhum filiado, individualmente, está autorizado a aceitar nenhum tipo de indicação no governo, nem na equipe de transição, tendo que solicitar desfiliação partidária, caso venha assumir posição no governo. Em caso de descumprimento, a situação será remetida para avaliação das instâncias partidárias. A decisão vai de encontro à nomeação do professor Carlos Alberto para compor a equipe de transição do novo governo. Ele foi o candidato do PSOL nas eleições deste ano e ficou em 5º lugar no primeiro turno com 31.306 votos (1,93%).
Segundo texto da resolução, ao tomar essa decisão o “PSOL segue sua vocação, de polo aglutinador independente e à esquerda, de lutadores e lutadoras de nosso estado, com responsabilidade com a política e a defesa dos direitos dos trabalhadores, das mulheres, das LGBTs e da negritude.”
Desde que se posicionou a favor da candidatura de Fátima Bezerra, no segundo turno das eleições, o PSOL já havia deixado claro, em resolução, que o apoio a candidatura não, obrigatoriamente, significaria participação no governo. O partido conseguiu eleger um deputado estadual, Sandro Pimentel, que deixará o mandato na Câmara Municipal de Natal que será ocupado por Maurício Gurgel, ficando então com duas cadeiras, uma em cada parlamento.
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