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Deputado do RN diz que movimento LGBT+ “não deveria existir” e que homossexuais contribuem para crise social: “Não é saudável”

 

O Deputado Estadual do Rio Grande do Norte (RN) Michael Diniz (Solidariedade) voltou a proferir uma fala homofóbica nesta quarta-feira (20). Depois de dizer na Assembleia Legislativa que pessoas do movimento LGBT+ deveriam se submeter a tratamento psiquiátrico, agora o deputado afirmou, em entrevista à 98 FM, que o movimento “não deveria existir” e que o aumento da população LGBT+ contribui para uma “crise social”.

Para Diniz, a existência de um movimento LGBT+ “fomenta” a prática homossexual – o que, segundo ele, é prejudicial à sociedade pelo fato de casais homossexuais não conseguirem gerar filhos.

“Você fomentar esse tipo de atitude na sociedade, você vai causar crise econômica, crise demográfica. A prática homossexual. Se aumentar, ela poderá chegar a um ponto de não ter pessoas suficientes na base para manter o mínimo de dinheiro rodando para pagar uma aposentadoria. São problemas sociais que são criados”, declarou o deputado, citando o político Enéas Carneiro (1938-2007).

Para Michael Diniz, o movimento LGBT+ “não deveria existir”. “Eu não posso concordar com tudo que acontece. Eu não concordo na existência desse movimento. Ele não deve existir. Ponto. Essa é a minha concepção. Porque não traz um benefício à sociedade. Todos nós já temos direitos garantidos pelo Estado”, destacou.

Na avaliação do deputado, o fato de haver um movimento em defesa dos direitos da comunidade LGBT+ estimula práticas homossexuais na sociedade.

“Existe um estímulo à sociedade por causa do movimento. As pessoas se estimulam de ser por esse lado, e esse estímulo não é saudável para a estrutura econômica e social do País. Toda espécie precisa de um guia para crescer. Isso é básico para se manter a geração da espécie. A gente precisa de mais famílias para o País para não ter déficit, como o problema da previdência. Você já viu dois homens fazendo filho? Estou falando de multiplicação, manter espécie”, encerrou.

Por Robson Pires

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