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Presidente do grupo Renault-Nissan, executivo brasileiro é preso no Japão

De acordo com canal japonês NHK, Carlos Ghosn foi preso e é suspeito de ter subestimado sua própria receita nas demonstrações financeiras - Foto: Johannes Eisele/AFP
Carlos Ghosn é suspeito de ter subestimado sua própria receita nas demonstrações financeiras
O brasileiro Carlos Ghosn, presidente do conselho de administração da Nissan, foi detido nesta segunda-feira, 19, em Tóquio, segundo a mídia japonesa, depois que a montadora o acusou de “significativos atos” de má conduta e revelou que planeja demiti-lo da presidência de seu conselho. A detenção de Ghosn foi noticiada pela emissora de TV pública NHK.
A acusação é um forte golpe para o legado de Ghosn, que tem 64 anos e é considerado responsável por salvar a Nissan de uma situação de quase falência a partir de 1999.
O escândalo ameaça ainda o futuro da aliança entre a Nissan e as parceiras Renault e Mitsubishi Motors. Ghosn também é executivo-chefe da Renault e presidente do conselho da Mitsubishi.
Segundo investigação interna da Nissan, Ghosn teria reduzido o valor de seus salários em 5 bilhões de ienes (US$ 44,3 milhões) em declarações feitas ao longo de “muitos anos”. Ele supostamente contou com a ajuda de um executivo da empresa para cometer a irregularidade.

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