Pular para o conteúdo principal


Quando o eleitor lê os sinais, o discurso não basta e a física explica a matemática da politica local

O vice-prefeito tem demonstrado incômodo ao ser visto por parte do eleitorado como adversário político da própria gestão. No entanto, essa percepção não nasce de erro ou distorção, mas de uma leitura lógica feita pelos eleitores diante dos fatos e dos alinhamentos públicos.

De forma conceitual, a própria ciência ajuda a explicar o fenômeno: se uma liderança se equilibra politicamente com um projeto estadual, e esse projeto está alinhado ao principal adversário local da gestão eleita, o eleitor faz a conexão de maneira natural. Na prática política, a lógica é simples: os vínculos constroem pertencimentos.

Apoios declarados, registros fotográficos e posicionamentos recentes não são neutros. Eles comunicam, sinalizam e produzem percepções políticas. Por isso, os eleitores que escolheram Aize e Holderlin nas urnas não estão errados ao estranhar esses alinhamentos.

Na política, assim como na ciência, não existe equilíbrio sem consequência. Quando os alinhamentos se repetem, a leitura se consolida. E não se trata de perseguição ou injustiça, mas de lógica política: quem se equilibra com adversários, passa a ser visto como parte deles.

A chamada 2ª lei da termodinâmica, aplicada de forma conceitual, ensina que:

Se A está em equilíbrio com B, e B está em equilíbrio com C, então A também está em equilíbrio com C.

Comentários

Lapac Saúde João Câmara

Lapac Saúde João Câmara
3262-3478 - 99401-7616*

R.CRUZ Assessoria Contábil

R.CRUZ Assessoria Contábil
(84) 3262-4059 - (84) 99417-1619