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Alerta máximo: Anvisa investiga mortes suspeitas e acende sinal vermelho sobre “canetas do emagrecimento”


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu investigação para apurar seis mortes suspeitas e mais de 200 notificações de pancreatite possivelmente ligadas ao uso de canetas injetáveis para diabetes e obesidade, como Ozempic, Saxenda e Mounjaro. Apesar de ainda não haver confirmação de causa direta, o aumento acelerado dos relatos levou o órgão a emitir um alerta e reforçar que o uso fora da indicação médica pode ampliar riscos graves à saúde.

Especialistas apontam que os próprios pacientes que recorrem às chamadas “canetas do emagrecimento” já fazem parte de um grupo vulnerável, com obesidade e diabetes — condições que elevam a chance de complicações. A perda de peso rápida, estimulada pelos medicamentos, pode favorecer a formação de cálculos biliares, fator que está ligado a episódios de inflamação no pâncreas, uma doença potencialmente grave e que registra milhares de casos por ano no país.

Outro ponto de preocupação é o mecanismo de ação dessas substâncias, que retardam o esvaziamento do estômago e alteram o metabolismo digestivo, podendo impactar o funcionamento do pâncreas. A Anvisa orienta que qualquer suspeita de pancreatite leve à suspensão imediata do tratamento e reforça que o uso deve ocorrer apenas com prescrição e acompanhamento médico.

Além dos efeitos adversos, a circulação de produtos falsificados e de origem irregular acende um alerta extra. Sem saber exatamente qual substância está sendo aplicada — ou em qual dose — pacientes ficam expostos a riscos ainda maiores, sobretudo quando recorrem ao mercado paralelo em busca de resultados rápidos sem orientação profissional.

Com informações do G1

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Lapac Saúde João Câmara

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