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Edição de 10 anos da Mostra de Cinema de Gostoso começa nesta sexta-feira

 

A Mostra de Cinema de Gostoso comemora 10 anos e vai agitar a cidade de São Miguel do Gostoso. Uma realização da Heco Produções e do CDHEC – Coletivo de Direitos Humanos, Ecologia, Cultura e Cidadania, e com direção geral e curadoria de Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld, a 10ª Mostra de Cinema de Gostoso é apresentada pela Petrobras e Salinor, através da Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura.

Neste ano, a parceria com a Petrobras viabilizará a inauguração de um novo espaço de exibição para a Mostra Panorama, batizado de Sala Petrobras. Localizada na Praia do Maceió, em uma tenda climatizada em formato geodésico, a Sala Petrobras receberá quatro longas e sete curtas-metragens, filmes que apostam na pesquisa das fronteiras da linguagem audiovisual e na pluralidade de abordagens dos debates da atualidade.

Em Sem Coração, de Nara Normande e Tião, acompanhamos a beleza e os mistérios do percurso de amadurecimento emocional e afetivo de uma adolescente prestes a abandonar o paraíso em que foi criada. Em Pedágio, de Carolina Markowicz e Tudo o que Você Podia Ser, de Ricardo Alves Jr, mesmo ambientados em universos distintos, constatamos o preconceito de gênero que atravessa a trajetória das personagens, cruelmente partindo do ambiente materno.

Em A Flor do Buriti, de João Salaviza e Renée Nader Messora, a resistência do povo indígena Krahô aos constantes massacres a que foi submetido é retratada por meio de um olhar muito peculiar e intimista, desafiando as fronteiras entre a ficção e o documentário. Em Engole o Choro, de Fábio Rodrigo e em Ramal, de Higor de Paula Gomes, percebemos que um simples passeio de moto na quebrada pode nos revelar inúmeros universos e emoções.

Em Thuë pihi kuuwi – Uma Mulher Pensando, de Aida Harika Yanomami, Edmar Tokorino Yanomami e Roseane Yariana Yanomami. Em Diálogos Indígenas do Nosso Tempo, de Gustavo Guedes, ouvimos preciosos relatos de duas personagens indígenas em distintos territórios e perspectivas do país. O filme de Gustavo Guedes, mais um representante do estado do Rio Grande do Norte, fará sua estreia mundial em Gostoso.

Em Cama Vazia, de Fabio Rogério e Jean-Claude Bernardet, e em Última Vez que Ouvi Deus Chorar, de Marco Antonio Pereira, a invenção no uso da linguagem cinematográfica resulta em obras singulares sobre temas universais como nascimento, longevidade e morte. Em Solmatalua, de Rodrigo Ribeiro-Andrade, a poética do filme-ensaio revela novas camadas da diáspora africana, em uma precisa articulação visual-sonora.

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