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+Política por Túlio Lemos "O Fujão"

 

FROUXIDÃO

Vice-governador Walter Alves contraria a natureza da política e imprime uma página negativa em sua biografia. Ele vai entrar para a história como o único político do RN que fugiu de sua responsabilidade, que se acovardou diante dos problemas sem sequer enfrenta-los. O filho de Garibaldi arregou.

DESAFIO

O que difere os políticos em si são as atitudes diante dos problemas. Quando são maiores do que o normal, são considerados desafios. Em geral, os políticos gostam de aparentar que são capazes de enfrentar os desafios; isso soa bem para o eleitorado. Walter está fazendo exatamente o oposto.

DERROTA

No caso de Walter Alves, ele vai entrar para a história da política potiguar como alguém que arregou duplamente. Ele ia assumir o governo para ser candidato à reeleição. Antes de assumir, já havia declarado que não seria candidato. Agora, além de não ser candidato, também expõe a ausência de coragem para assumir a gestão.

IMAGEM

Esse gesto de Walter Alves vai sepultar sua imagem como possível gestor. Se conseguir ser eleito deputado estadual, pode até ser reeleito renovando o mandato, mas esqueça cargo majoritário. Até a presidência da Assembleia fica comprometida. Afinal, se alguém apontar que há problemas a enfrentar, ele não é a pessoa indicada para o cargo. O arregão vai ficar impregnado em sua vida pública.

CONDIÇÕES

O vice-governador tem o legítimo direito de avaliar as condições do Estado. Aliás, Estado que nunca esteve nadando em dinheiro, mas nunca ninguém se acovardou a ponto de renunciar para não enfrentar os problemas. No caso de Walter, ele busca o caminho mais fácil.

COLETIVO

Walter deixa seu próprio partido na orfandade política. Os que aguardaram três anos para subir a rampa como o governador que ajudaram a eleger, foram postos na maior incerteza da história, sem sequer saber quem vai sentar na cadeira. Walter Alves não pensou no coletivo do Estado e nem em seus próprios aliados; pensou apenas em si, num projeto pessoal que ignora todo o resto.

SILÊNCIO

Segundo Sherloquinho, o ex-governador Garibaldi Filho estaria decepcionado com a atitude de Walter. Apesar de não falar nada, Garibaldi gostaria de ver o filho sentar na cadeira que um dia ocupou. Foi pra isso que Garibaldi saiu de cena, para proporcionar valorização política ao filho, que agora encerra de forma melancólica sua carreira política majoritária. Vai para a série B como fujão.

POSIÇÃO
Walter Alves chega em 2026 como o fujão, o frouxo que tem medo de assumir o governo. Mas sua imagem ainda pode piorar. Tudo vai depender de como ele vai se posicionar na sucessão da qual fugiu. Se continuar na aliança com o PT, recebe só o carimbo de arregão.

POSIÇÃO II

Caso Walter Alves decida fazer o que o deputado João Maia já escancarou, que vai apoiar Allyson Bezerra, a situação piora ainda mais e o filho de Garibaldi vai também receber o carimbo de traidor, que usufruiu do governo e se bandeou para a oposição nos últimos momentos da gestão.

PROTEÇÃO

Aliados do senador Rogério Marinho estão protegendo o prefeito Allyson Bezerra, que recebe tratamento vip dos rogeristas na mídia em geral. A turma ignora que Allyson trabalha para derrotar não só o grupo de Fátima, mas também o de Rogério. Quando acordar, pode ser tarde demais.

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